Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós....e que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz!
Estava na praça da Sé e e bati essa foto, lembrei de tudo o que li e estudei quanto o negro no Brasil. Segundo muitos autores o dia que findou a escravidão " grande parte dos negros saíram pelas ruas e comemoram sua liberdade, festejaram seu novo começo". No outro dia, ao analisar que nada tinham de seu; material, para viver nesta terra pós escravista, constituíram as favelas, cúrticos, barracos nas margens sociais, voltavam para seus feitores ou viravam mendigos; moradores de rua. Hoje com todas as leis de incentivo, com o preconceito velado, o negro ainda é o maior número de pessoas pobres e marginalizadas comparadas a outras etnias. O que me fez trazer a foto a tona, foram as festividades de final de ano, música alta, mesa farta, amor ao próximo, solidariedade, benevolência, somente nas festas. Quanto eu vi de, pessoas que ajudaram os menos favorecidos no Natal, uns com objetos "caros para validar a ação o ano todo", uns com seus "restos em forma solidária" e outros com o que podiam sem pensar em ser solidário, por ser humano mesmo. Vi muitos negros mendigos bebendo e rindo pelas ruas, lembrei dos relatos e literaturas referente o dia 13 de Maio de 1888, a história não se repete, em alguns casos ela só muda o contexto.
Tássia Vitória Machado

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