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Mostrando postagens de dezembro, 2012

Simplifico

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A vida é tão engraçada, as pessoas guardam tanto rancor, ás vezes para a vida toda. Imagina se eu não falasse com todos que já briguei? Ficaria sozinha. A palavra "desculpa", a frase "foi mau", não te fará um pessoa menor, aliás, bem maior. Falo com grande parte dos meus ex namorados, pois o amor não deve ser egoísta para não virar amizade. E graças a Deus eles encontraram mulheres que confiam em si mesmas, não são fúteis nem mesquinhas. Brigo com meus amigos, choramos juntos, faço as pazes com quem um dia foi meu inimigo e vejo o quanto eles podem ser legais! Discordo da minha mãe,logo achamos um bom ponto de vista. A vida é assim mesmo, ao menos para mim. Ou talvez eu simplifique demais as bobagens do dia-a-dia! Tássia Vitória Machado

BR 116

Acha mesmo que eu sou um má pessoa? Jura que pensa isso de mim? Acha mesmo que minha vingança  foi arquitetada, redigida e muito bem elaborada em meus pensamentos? Pois é! Não pense isso de mim, Até mesmo porquê esse episódio, nem faz parte daquilo que sonhei em te ver passar. Por um tempo eu até tinha me esquecido, nem fazia mais questão de te proporcionar tal pagamento. Mas desta vez foi você quem começou. E não me venha com dívidas emocionais, eu não pago nem as minhas. Só porquê é cem vezes maior que eu achava que podia me pisar? O tombo mais bonitos, é exatamente esse, os grandes, os violentos e os brutais. Onde tu te perde em tua macheza, teu enorme ego em se achar superior a mim. Para mim, tua atitude foi péssima, em querem me enfrentar na BR-116 com uma motinho de menininho. Só viu que eu estava dirigindo, mas não viu o quê eu dirigia de fato. Entre tua motinho e minha caminhonete, quem você achava que teria mais motor? Me viu, acelerou,...

Saudade

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Sei que devo escrever, acordo e vejo minha caixa com mensagens fieis, onde pedem minhas palavras, rimadas e organizadas, em temáticas variadas. De todas as crônicas, poesias, versos, sonetos, artigos e resenhas. Essa união de palavras que tento fazer hoje é a mais difícil. Falar, do amor, do luto, do amigo, do amor escondido, é fácil. Mas flexionar a saudade nesse momento para mim é impossível. Pois tudo o que escrevo parte de uma pesquisa, seja observando casais, pessoas, comportamentos e situações. Até mesmo lendo e me inspirando nos imortais poetas da nossa literatura. Mas como disse, escrever sobre a saudade se torna impossível, agora. Não quero observar pessoas com saudades, não quero ler um poema sobre saudade. Não quero comentar com ninguém sobre saudade. Já basta a que é sentida por mim nesse momento. Esse sentimento mundano, que aperta cada célula do meu âmago. Que insiste, persiste em me fazer olhar a foto de quem faz falta. Se for para falar...

Ainda lembro!

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Tudo o que ficou entre nós foi a lembrança. Nada além de tudo isso. Um perfume no ar. Nossa melodia favorita. Até o muro que tinha nossos nomes foi derrubado. Ainda ficou o orgulho! Ah! O orgulho de nosso amor. A indiferença na passada, a vontade de questionar sobre nossas vidas. O desejo infinito de nossos corpos unidos. Já não posso mais olhar tua foto amarelada, nem ouvir em minha mente o número do teu telefone. Só me resta lembrar, o que foi vivido, o que foi alegre, o que foi bom e o trágico final. Nossas loucuras querido, jamais serão esquecidas, nem por mim, por você e por quem testemunhou. Sempre vivas, mesmo que tenham entrado para a história, ou tenham virado uma música no teu saxofone. Só posso recordar   e como dói,  te ver,  não te abraçar e só poder lembrar!   Tássia Vitória Machado