Ser humano
E o mundo?
Continua o mesmo, as pessoas não mudam.
Continuam no mesmo transcorrer de ganhar e perder.
E para quê isso?
O que se ganha com isso?
Vivemos em um movimento tão massante de idas e vindas,
aleatórias, inaturais.
Um sistema capitalista, regime obrigatório,
social e particular.
Não culpe a nação pelos nossos erros consumistas.
Não puna o erro por nossas escolhas impulsivas.
Aonde vamos?
Onde estamos?
Sozinhos?
Mal acompanhados?
Quer meu braço para fechar esse elo de união
que resume a desunião universal?
Não!
Jamais!
Ainda gosto de coisas simples,
vinhos baratos, livros velhos e um perfume marcado.
Não gosto do novo,
que prejudica o futuro.
E assim eu sigo,
talvez longe da humanidade.
Onde é mais bonito ter ao invés de ser.
Talvez eu seja a única,
uma criatura extremamente não lucida,
em meio a tanta destreza da minha humanidade.
"Quem me dera ao menos uma vez
o mais simples ser visto como mais importante"
Disse Renato Russo em sua canção "Índios."
O mais simples,
só o mais simples,
nada mais.
Tudo o que é demais,
grande demais,
bonito demais,
sexuadamente demais,
se acaba,
não por ser grande, bonito e sexuado.
Por ser grande demais,
por não caber em si.
Mais uma vez o homem me surpreendeu,
máquinas, eletrônicos, dinheiro, jóias.
Ser humano não dá prazer!
Tássia Vitória Machado
Continua o mesmo, as pessoas não mudam.
Continuam no mesmo transcorrer de ganhar e perder.
E para quê isso?
O que se ganha com isso?
Vivemos em um movimento tão massante de idas e vindas,
aleatórias, inaturais.
Um sistema capitalista, regime obrigatório,
social e particular.
Não culpe a nação pelos nossos erros consumistas.
Não puna o erro por nossas escolhas impulsivas.
Aonde vamos?
Onde estamos?
Sozinhos?
Mal acompanhados?
Quer meu braço para fechar esse elo de união
que resume a desunião universal?
Não!
Jamais!
Ainda gosto de coisas simples,
vinhos baratos, livros velhos e um perfume marcado.
Não gosto do novo,
que prejudica o futuro.
E assim eu sigo,
talvez longe da humanidade.
Onde é mais bonito ter ao invés de ser.
Talvez eu seja a única,
uma criatura extremamente não lucida,
em meio a tanta destreza da minha humanidade.
"Quem me dera ao menos uma vez
o mais simples ser visto como mais importante"
Disse Renato Russo em sua canção "Índios."
O mais simples,
só o mais simples,
nada mais.
Tudo o que é demais,
grande demais,
bonito demais,
sexuadamente demais,
se acaba,
não por ser grande, bonito e sexuado.
Por ser grande demais,
por não caber em si.
Mais uma vez o homem me surpreendeu,
máquinas, eletrônicos, dinheiro, jóias.
Ser humano não dá prazer!
Tássia Vitória Machado

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