Saudade
Sei que devo escrever,
acordo e vejo minha caixa com mensagens fieis,
onde pedem minhas palavras, rimadas e organizadas,
em temáticas variadas.
De todas as crônicas, poesias, versos, sonetos,
artigos e resenhas. Essa união de palavras que
tento fazer hoje é a mais difícil.
Falar, do amor, do luto, do amigo, do amor escondido,
é fácil.
Mas flexionar a saudade nesse momento para mim é impossível.
Pois tudo o que escrevo parte de uma pesquisa,
seja observando casais, pessoas, comportamentos e situações.
Até mesmo lendo e me inspirando nos imortais poetas da nossa literatura.
Mas como disse, escrever sobre a saudade se torna impossível, agora.
Não quero observar pessoas com saudades, não quero ler um poema
sobre saudade. Não quero comentar com ninguém sobre saudade.
Já basta a que é sentida por mim nesse momento.
Esse sentimento mundano, que aperta cada célula do meu âmago.
Que insiste, persiste em me fazer olhar a foto de quem faz falta.
Se for para falar da saudade, a única coisa que posso afirmar,
é que ela é a traição da projeção que fazemos de quem queremos.
É a maior filha do pecado, o maior boicote que fazemos a nós mesmos.
É como acenar um adeus na partida e não ser correspondido,
é como pedir ao azar uma chance de ser infeliz.
Saudade, que recente nasceu em minha alma,
sem prazo, nem data de validade.
Sem dia certo de ir em bora.
Escrever sobre ti não é mais uma tortura,
é o veneno da maldade!
Tássia Vitória Machado
acordo e vejo minha caixa com mensagens fieis,
onde pedem minhas palavras, rimadas e organizadas,
em temáticas variadas.
De todas as crônicas, poesias, versos, sonetos,
artigos e resenhas. Essa união de palavras que
tento fazer hoje é a mais difícil.
Falar, do amor, do luto, do amigo, do amor escondido,
é fácil.
Mas flexionar a saudade nesse momento para mim é impossível.
Pois tudo o que escrevo parte de uma pesquisa,
seja observando casais, pessoas, comportamentos e situações.
Até mesmo lendo e me inspirando nos imortais poetas da nossa literatura.
Mas como disse, escrever sobre a saudade se torna impossível, agora.
Não quero observar pessoas com saudades, não quero ler um poema
sobre saudade. Não quero comentar com ninguém sobre saudade.
Já basta a que é sentida por mim nesse momento.
Esse sentimento mundano, que aperta cada célula do meu âmago.
Que insiste, persiste em me fazer olhar a foto de quem faz falta.
Se for para falar da saudade, a única coisa que posso afirmar,
é que ela é a traição da projeção que fazemos de quem queremos.
É a maior filha do pecado, o maior boicote que fazemos a nós mesmos.
É como acenar um adeus na partida e não ser correspondido,
é como pedir ao azar uma chance de ser infeliz.
Saudade, que recente nasceu em minha alma,
sem prazo, nem data de validade.
Sem dia certo de ir em bora.
Escrever sobre ti não é mais uma tortura,
é o veneno da maldade!
Tássia Vitória Machado

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